Clínica de alto desempenho

Eleve a competitividade da sua clínica e a atenção ao paciente adotando os melhores processos de gestão e empreendedorismo. Lembre-se que a geração de riqueza não acontece ao acaso, mas precisa de um trabalho especial para que aconteça. O GGrupo Prática Clínica oferece diversas soluções para auxiliar sua clínica a prosperar. 

SOLUÇÕES PARA SUA INSTITUIÇÃO

Livro 'Empreendedorsmo na Área da Saúde'

Conheça técnicas e estratégias para sua clínica prosperar em mercados competitivos

Livro essencial para empreender na área da saúde. Aborda os fundamentos sobre empreendedorismo e gestão específicos para o mercado de serviços de saúde. Descreve com detalhes a aplicação de técnicas e estratégias para as instituições de saúde tornarem-se competitivas em mercados concorridos. Apresenta ferramentas de medida e controle de processos e qualidade das atividades clínicas. Uma obra comercializada pela Amazon em formato digital.

Riqueza não acontece ao acaso, é necessa´rio um trabalho especial para prodizí-la

Livro 

Workshop 'Clínicas de Alto Desempenho'

Um treinamento teórico-laboratorial para elevar a eficiência da sua clínica

Este workshop é ministrado para grupos fechados ou pós-graduações. Com uma abordagem dinâmica (laboratorial) os profissionais podem planejar suas clínicas e corrigir processos durante o treinamento, utilizando ferramentas computacionais. Monte seu grupo ou contrate para turmas de pós-graduação.

Use ferramentas eletrônicas para mensurar processos de gestão e planejamento da clínica 

Curso

Aposentadoria especial para profissionais da saúde

A aposentadoria especial, requerida aos 25 anos, é um benefício previdenciário assegurado por lei aos profissionais da área da saúde. Por exercer atividades em condições insalubres ou que prejudicam a integridade física, profissionais autônomos ou do serviço público podem requerer a aposentadoria especial. Para ter direito não é necessária idade mínima ou receber adicional de insalubridade e/ou periculosidade, porém é necessário comprovar exposição aos agentes nocivos durante o tempo mínimo exigido.

Qual a vantagem da aposentadoria especial?

  • Exige menos tempo de contribuição (25 anos) que a aposentadoria por tempo de contribuição (35 para homens e 30 para mulheres) 
  • O valor do benefício é maior (não incide o fator previdenciário, redutor do benefício, que considera a idade e a expectativa de vida)

Como pleitear?

Não obstante previsto na lei, a obtenção do benefício muitas vezes requer intervenção do poder judiciário. Deste modo é necessário preparar a documentação exigida o mais cedo possível. A Previdência provavelmente irá negar o requerimento, obrigando o profissional a mover um processo para assegurar seus direitos. Caso seu pedido seja acatado pelo Poder Judiciário, o Estado provavelmente irá recorrer (estime ao menos 5 anos depois do requerimento). Sugerimos neste tempo que o profissional continue trabalhando e contribuíndo para a previdência. Acatado o requerimento, então o profissional receberá a compensação financeira destes 5 anos. Durante o processo o segurado deverá comprovar:

  • Contribuição ao INSS por 25 anos
  • Exercício permanente e intermitente do trabalho durante o período
  • Comprovar exposição aos agentes deletérios no período

Empregado - a comprovação é feita por meio do documento denominado PPP – Perfil Profissiográfico Previdenciário, fornecido pelo empregador. Este documento histórico-laboral reúne dados administrativos, registros ambientais e resultados de monitoração biológica, entre outras informações, durante todo o período em que este exerceu suas atividades.

Autônomo - a comprovação é feita pelo laudo pericial emitido por médico do trabalho ou engenheiro de segurança do trabalho, constando a descrição do local de trabalho, os serviços realizados, as condições ambientais, o registro dos agentes nocivos, o tempo de exposição; comprovante de pagamento de ISS, comprovante do pagamento da anuidade ao Conselho entre outros documentos comprobatórios de que o profissional exerceu a atividade durante o período anterior ao pedido de aposentadoria especial.

Funcionário público - os funcionários públicos da União, Distrito Federal, Estado e Municípios prossuem regime previdenciário próprio que não preve aposentadoria especial, de igual modo à Previdência Social. Embora detentores do direito, de acordo com o art. 40, § 4º, o exercício desse direito está pendente de Lei Complementar, ainda não editada por omissão do poder legislativo. Tal fato vem impedindo a conquista do benefício. Nesses casos, os profissionais têm recorrido ao judiciário. O Supremo Tribunal Federal (STF) já se manifestou a respeito, assegurando aos servidores públicos da área da saúde a garantia de se aposentarem aos 25 anos, devendo o profissional do setor público preencher os mesmos requisitos dos profissionais do setor privado para requerer o benefício diretamente ao órgão da administração pública em que o servidor esteja vinculado. Não obstante a lei obrige a Administração Pública a conceder a gratificação de insalubridade aos servidores que exercem atividades insalubres, reconhecendo assim a natureza desta atividade, os servidores públicos vêm encontrando dificuldade na comprovação quando os documentos exigidos não são elaborados no momento oportuno, inviabilizando a prova de períodos anteriores. 

Importante mencionar que a legislação vigente não permite que os profissionais que se aposentam com este benefício voltem a trabalhar na atividade. A aposentadoria especial é irreversível e irrenunciável, depois que receber o primeiro pagamento, o segurado não poderá desistir do benefício. Assim, caso o beneficiário permaneça ou retorne à atividade, o benefício poderá ser cancelado pelo INSS ou pelo órgão de pessoal de cada esfera da Administração Pública, na forma da legislação específica.

As novas regras da previdência, em discussão no Congresso, preveem a definição de uma idade mínima para obter o direito, no máximo 10 anos inferior aos 65 exigidos pela regra geral, depois de ao menos 25 anos de contribuição. O Governo justifica a mudança argumentando que as condições do ambiente de trabalho das profissões insalubres melhoraram nos últimos anos. Conheça alguns pontos propostos pela reforma daprevidência:

Idade mínima - o projeto apresentado ao Congresso prevê idade mínima de 65 anos para aposentadoria de homens e mulheres, sem distinção.

Contribuição - a proposta aumenta de 15  para 25 anos o trempo mínimo de contribuição exigido paraa aposentadoria.

Cálculo - pela nova maneira que as aposentadorias serão calculadas, o benefício será equivalente a 76% da média salarial, mais 1 ponto percentual por ano de contribuição  além do exigido.

Benefício integral - 49 anos de contribuição será necessário para onter o benefício integral.

Transição - homens com 50 e mulheres com 45 anos que ainda não se aposentaram entrariam numa regra de transição, trabalhando 50% mais tempo.

Assessoria

 

 

 
 

Devo contribuir para a Previdência Social?

Esta é uma dúvida de muitos profissionais da área da saúde. A Previdência Social é um seguro que garante a renda do contribuinte e de sua família em casos de doença, acidente, gravidez, prisão, morte e velhice. Também oferece vários benefícios que juntos garantem tranquilidade presente e asseguram um rendimento futuro. Para ter essa proteção é necessário se inscrever e contribuir todos os meses.

  • Aposentadoria - o Brasil é uma exceção na conceção de aposentadoria por tempo de contribuição (é provável que ocorram modificações na idade mínima para se aposentar). A aposentadoria por tempo de contribuição é de 35 anos para homens e 30 para mulheres. Por idade, 65 e 60 anos, respectivamente, para homens e  mulheres (após carência de 180 meses de trabalho). Por invalidez permanente a aposentadoria é concedida depois de 12 meses de contribuição. A aposentadoria especial é conquistada  para atividades insalubres. O valor da aposentdoria é calculado a partir do salário de benefício (média dos 80% dos maiores salários de contribuição). Na aposentadoria por tempo de contribuição o valor é de 100% de contribuição, sem incidência do fator previdenciário, se observada a regra 85/95 progressiva e o mínimo de 180 contribuições. A  regra 85/95 diz respeito ao número de pontos correspondente à soma da idade e ao tempo de contribuição. Até dezembro de 2018, mulheres devem somar 85 e homens 95 pontos, em 2019 as mulheres deverão somar 86 e os homens 96, assim sucessivamente até 2026 quando a soma chegará a 90/100. Caso a aposentadoria seja requerida antes, então será aplicado o fator previdenciário que altera o valor do salário-benefício.   
  • Auxílio-doença - benefício concedido para o segurado incapacitado por acidente ou doença.
  • Auxílio-acidente - concedido se o segurado sofrer sequela permanente que reduza sua capacidade de trabalho.
  • Pensão por morte - pago aos dependentes do segurado, considerando idade e tipo de benefício. A pensão será vitalícia para o conjuje ou companheiro com mais de 44 anos. Para filhos e dependentes o benefício é assegurado até os 21 anos. 
  • Salário- maternidade - pago à segurada nos casos de parto, adoção ou guarda judicial.

 Nem sempre os benefícios da previdência pública satisfazem as necessidades de um profissional liberal. Estudos indicam que um benefício capaz de proporcionar ao aposentado um padrão de vida similar aquele do período ativo deve equivaler, em média, a 70% do último salário ou pró-labore do profissional. O cálculo pressupõe que muitas despesas são reduzidas quando se atinge a maturidade (prestação da casa própria, custo com educação dos filhos, transporte, vestuário), ao passo que poucas se elevam (gastos com saúde). Assumindo que as despesas podem variar em relação ao estilo de vida de cada pessoa, então uma estimativa de fato seria 50% a 90% da última renda. 

Chegar à terceira idade com realização profissional, como cidadão e detentor de um patrimônio material e moral que assegure segurança ao profissional e sua família é resultado de conquista, não de sorte.

Para gerir e aplicar o dinheiro é preciso inteligência e estratégias de curto, médio e longo prazo.

PGBL pode seu uma surpresa para a sua aposentadoria

Não se questiona a importância de poupar para a aposentadoria num cenário em que o aumento da longevidade é uma variável que irá gerar forte impacto na qualidade de vida das gerações atuais, em particular quando se considera que dinâmica da vida produtiva é no sentido inverso. 

Sabendo disto, ao final de cada ano as instituições bancária abordam os profissionais liberais com ofertas persuasivas para aplicação em planos de previdência privada (PGBL). O argumento é lastreado em benefícios fiscais relacionados à dedução do valor pago como Imposto de Renda. 

Entretanto, a omissão de informação por parte do ofertante e a falta de conhecimento do investidor podem aumentar muito o risco do negócio, comprometendo a estratégia da sua aposentadoria. Fazendo uma análise atenta do produto é possível verificar que o benefício proposto (dedução das contribuições feitas a plano, da renda tributável, reduzindo o IR ) é restrito apenas às pessoas que atendem a uma série de requisitos.

  • Declaração completa – o benefício só se aplica para os contribuintes que optam pela declaração completa do IR. Deste modo, ao contratar o PGBL você precisa definir com meses de antecedência qual será seu o modelo de declaração (simplificado ou completo);
  • Limite de dedução – o limite para dedução é de 12%. Os valores excedentes serão tributados duas vezes, no IR e no momento do resgate (não importando se já foi deduzido no IR seguinte à aplicação). Acima deste percentual é recomendável aplicar num VGBL, plano indicado para quem decalra no modelo simplificado (no resgate do VGLB o IR incide apenas sobre o rendimento da aplicação);
  • Renda tributável – a dedução de 12% é calculada apenas sobre a renda tributável, como rendimentos provenientes de trabalho assalariado e aluguéis. Rendimentos de outra natureza não podem ser considerados;
  • Diferimento – a dedução do IR anunciada é na verdade um diferimento. Dedução é uma despesa médica, por exemplo, pois reduz definitivamente o imposto devido. O diferimento apenas adia o pagamento para o momento do resgate (a vantagem só ocorrerá sobre a aplicação deste valor por algum tempo);
  • Direito ao benefício - para ter direito ao benefício fiscal (diferimento), também é preciso contribuir para  o  INSS ou para o regime dos servidores públicos. Caso o Plano esteja em nome de um dependente acima de 16 anos, este também deverá ser contribuínte da Previdência;  
  • Risco - o PGBL, tecnicamete, é um produto de seguradora, logo não coberto pelo Fundo Garantidos de Crédito. Significa que o risco deste produto está relacionado à possibilidade de falência da seguradora, se isto ocorrer você perderá seu dinheiro. Sendo assim, considere o risco de falência da  instituição no longo prazo da aposentadoria.

Além das restrições descritas, esta ‘aplicação’ possui altas taxas de administração (acima de 1%) que reduzem os ganhos, além de, como esclarecido, não permite nenhuma isenção tributária, apenas a postergação do imposto para o momento do resgate. Quando se considera a rentabilidade, em geral esta é inferior quando comparada à aplicação direta em protudos de baixo risco como o Tesouro Direto. O investidor insatisfeito com o retorno do seu plano pode mudar para outro produto na própria corretora ou nos concorrentes por meio da 'portabilidade', a nova seguradora faz o trâmite gratuitamente em até cinco dias, e aquela de origem é obrigada à aceitar (mas pode fazer uma contra-poposta para mantê-lo como cliente).

O grande problema é que muitos profissionais descobrirão o erro na estratégia apenas no momento da aposentadoria, comprometendo a qualidade de vida.

Porém existem estratégias para minimizar as perdas. uma delas é procurar reduzir o valor tributado de 27,5% para 10%, para isto o contribuinte deverá optar pelo regime de tributação definitiva (tabela regressiva de alíquotas), entretanto o prazo para alcançar este benefício é de 10 anos.

Muitos profissionais recém-formados são abordados nas suas agencias bancárias para aderir a um plano de previdência privada, um contra-senso, pois nesta idade a exposição ao risco é uma técnica de investimento que pode facilitar alcançar a meta financeira mais cedo. Os planos de aposentadoria complementar que em geral valem a pena são os fundos de pensão ofertados por empresas a seus empregados, quando a empresa também contribui com aportes. Se este não for seu caso, participe conosco dos workshops sobre Gestão de Clínicas de Alto Desempenho em 2016.

Gestão de Clínicas de Alto Desempenho


 Quanto vale sua consulta? 

Não obstante a natureza humanitária das profissões da área da saúde, é a venda dos serviços que permite auferir o lucro necessário para a manutenção das atividades e do reinvestimento em educação continuada da equipe, manutenção da estrutura e do investimento em tecnologia. É o lucro permite melhorar os cuidados prestados ao paciente.

Neste contexto, a cobrança de consulta refere-se à compensação da aplicação do conhecimento do profissional para levantamento e interpretação de sinais e sintomas por meio de um conjunto de técnicas utilizadas para a elaboração do diagnóstico. Esta é uma das intervenções de maior investimento na formação do profissional, pois depende de um profundo conhecimento propedêutico.

Para estimar o valor de uma consulta é necessário conhecer o conceito de Ponto de Equilíbrio da clínica. Este Ponto ocorre quando a receita se iguala aos custos e despesas da clínica sem gerar lucro ou prejuízo. A consulta, em geral não envolve despesas com materiais, porém deve considerar o custo com funcionários, taxas públicas, órgãos de classe, aluguel e condomínio, entre outros. Você pode estimar quanto custa sua consulta utilizando uma ferramenta de acesso livre do Grupo Prática Clínica (Calcule quanto vale sua consulta).

O valor da consulta deve considerar o custo de uma hora da sua clínica (definida pelo Ponto de Equilíbrio dividido pelo numero de horas trabalhas no mês), acrescida do valor cobrado pelo serviço de diagnóstico.

Quando o profissional deixa de cobrar uma consulta, não está apenas abrindo mão da sua remuneração, mas pagando para trabalhar. Isto irá obrigá-lo a cobrar mais por outros procedimentos, penalizando os pacientes, ou aumentar sua jornada de trabalho, sacrificando sua saúde e qualidade de vida própria e da família. O Grupo Prática Clínica oferece ferramentas para aumentar a eficiência da sua clínica, saiba mais.

Aumentar a eficiência clínica 


Sua clínica num mercado competitivo?

Fonte: Silva,  A. A. Empreendedorismo na Ára da Saúde (Amazon,  2014)

Quero comprar a obra

Atualmente o mercado de trabalho na área da saúde é bastante competitivo, isto decorre do grande número de profissionais atuando. Neste cenário, médicos, dentistas, psicólogos e fonoaudiólogos procuram se diferenciar frente à concorrência. Mas quais são os mecanismos de diferenciação e quais são aqueles mais eficiêntes? Existem dois grandes grupos de mecanismos de diferenciação, os positivos e aqueles negativos.

  • Mecanismos de diferenciação positivos - são positivos quando, além de favorecer a clínica que se utilizou destes, também estimulam pacientes e outros profissionais a melhorar suas práticas. A propaganda que fomenta os cuidados de saúde junto à população é um exemplo;
  • Mecanismos de diferenciação negativos - são negativos quando beneficiam por tempo limitado apenas quem se utilizou da estratégia, prejudicando os demais profissionais. Um exemplo é a redução depreciativa de preços e a propaganda antiética.

Fazer uma publicidade que valoriza a saúde das pessoas é uma ação de comunicação e diferenciação muito poderosa, tanto para o profissional como para a classe.

Adotar mecanismos de diferenciação negativos é uma estratégia que traz rápido recultado para a clínica, porém por tempo limitado, além de depreciar o mercado de trabalho para o profissional e para a própria clínica, não obstante seja uma ação observada com bastante frequencia. Entretanto, nem sempre esta estratégia de corre por má intenção, pois a carência de informação sobre técnicas de gestão durante os cursos de graduação na área da saúde levam muitos profissionais a tomar decisões equivocadas.


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